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contato@torneapaulista.com.brEngenharia de aplicação e cotação técnica
Técnicos instalando e nivelando um torno CNC na fábrica do cliente

Da análise da peça ao início da produção

Comprar uma máquina CNC exige mais informação do que escolher modelo e preço. O trabalho da Tornea Paulista começa na aplicação e termina quando o equipamento está produzindo dentro da rotina da fábrica.

Como trabalhamos

A conversa começa pela peça

Antes de falar de modelo e de preço, a equipe quer entender o que você produz. É esse levantamento que define a configuração da máquina, e é ele que evita equipamento errado parado no chão de fábrica.

O que perguntamos logo no primeiro contato

  1. Qual é a peça e em que material ela é feita?
  2. Maior diâmetro, menor diâmetro e comprimento?
  3. Quais operações ela exige hoje, e em quantas máquinas?
  4. Qual é a tolerância que não pode falhar?
  5. Quantas peças por lote, por dia ou por mês?
  6. O que já existe de máquina e de automação na fábrica?
Três pessoas analisando um desenho técnico ao lado de um torno CNC
Levantamento de aplicação com o desenho na mesa, antes de qualquer proposta.

Um aviso antes de continuar: instalação e treinamento não são vendidos como serviço avulso. Eles fazem parte da implantação da máquina, com escopo definido na proposta comercial. O que está descrito nesta página é a sequência de trabalho de quem compra um equipamento com a Tornea Paulista.

Números de catálogo, não de promessa

Estes são dados técnicos das famílias que fornecemos e valem para qualquer proposta. Prazo, garantia e cobertura dependem da configuração e ficam por escrito na cotação.

±0,003 mm
repetibilidade de posicionamento
±0,005 mm
precisão de posicionamento
Φ35 a Φ75 mm
passagem de barra, conforme o modelo
3,7 a 18,5 kW
motores de spindle disponíveis
18
famílias de máquinas em catálogo

Seis etapas, na ordem em que acontecem

O que fazemos entre a primeira conversa e a peça boa saindo da máquina

Engenharia de aplicação

A conversa começa pela peça, não pelo modelo. Pedimos o desenho, uma foto ou uma amostra e olhamos material, faixa dimensional, tolerância crítica, as operações de hoje e o volume previsto. Só depois disso faz sentido falar em arquitetura de máquina.

  • Leitura de desenho, foto ou amostra
  • Comparação entre arquiteturas possíveis
  • Verificação de passagem de barra, curso e potência
  • Aviso claro quando outra configuração é melhor
Três pessoas discutindo um desenho técnico ao lado de um torno CNC
O desenho na mesa antes do catálogo. É assim que a seleção começa.

Especificação e proposta

A proposta detalha modelo, configuração, opcionais, condições de fornecimento e o escopo de implantação. Prazo, logística e disponibilidade dependem do equipamento, por isso aparecem na cotação, e não em uma promessa genérica no site.

  • Definição de opcionais por aplicação
  • Contraponto, luneta, coletor de peças e alimentação
  • Preparação para automação futura
  • Escopo de implantação por escrito
Técnico escolhendo placas e ferramental em prateleiras organizadas
Placa, castanha, luneta, coletor: cada opcional entra na proposta com nome e função.

Instalação

A instalação faz parte do fornecimento da máquina, conforme o escopo definido na proposta. Antes de a máquina embarcar, alinhamos com a fábrica os requisitos de piso, energia e ar comprimido da configuração comprada, para não descobrir faltas com o equipamento já no chão.

  • Requisitos de piso, energia e ar comprimido
  • Posicionamento e nivelamento
  • Ligações e procedimentos iniciais
  • Verificação de funcionamento da configuração
Técnico ajoelhado diante do painel elétrico de um torno CNC com notebook
Painel aberto, notebook ligado: as ligações e os parâmetros iniciais são conferidos na fábrica do cliente.

Treinamento operacional

O treinamento é previsto dentro da implantação da máquina adquirida. Conteúdo, duração, número de participantes e local variam conforme equipamento e aplicação, e por isso são confirmados em cada proposta. O foco é a configuração que a sua equipe vai operar de verdade.

  • Operação da configuração comprada
  • Rotinas iniciais e cuidados de setup
  • Recursos específicos, como ferramenta acionada e sub-spindle
  • Uso das peças de referência do cliente, quando houver
Operador no painel de comando de um torno CNC
O operador aprende no painel da máquina que comprou, com a peça que vai produzir.

Projeto de automação

O estudo de automação começa por uma pergunta: qual etapa manual está segurando a produção? A resposta vem do peso da peça, da forma de alimentação, da cadência e do layout disponível. Só então escolhemos entre alimentador de barra, truss, braço colaborativo ou linha completa.

  • Alimentadores de barra B-326 e DH-65
  • Sistema truss integrado à linha GT
  • Braço robótico colaborativo
  • Linhas automáticas com várias máquinas
Torno CNC da série GT integrado a um sistema truss de carga e descarga
A mesma máquina pode entrar sozinha hoje e receber o truss depois, se a configuração previu isso desde o pedido.

Acompanhamento da entrada em produção

Depois da implantação, a máquina entra na rotina definida pelo cliente. Quando existe peça de referência ou processo já estudado, usamos esse material para aproximar o treinamento da produção real, e registramos por escrito o que foi entregue.

  • Uso da peça de referência no start
  • Ajustes de rotina conforme condições comerciais
  • Canal direto com a equipe técnica
  • Registro do que foi entregue na implantação
Mãos medindo uma peça torneada com paquímetro diante do torno
A peça de referência medida na saída da máquina fecha a implantação.
Tornos CNC alinhados no showroom com duas pessoas conversando

O que não fazemos

Duas coisas que você não vai encontrar aqui

Promessa que não está confirmada

Não publicamos prazo, estoque, garantia, conformidade ou cobertura técnica que não esteja comercialmente confirmada. Quando a informação depende da configuração, ela aparece na proposta, e não no site.

Máquina indicada só porque está no catálogo

Se a peça pede outra arquitetura, a recomendação vem antes da proposta, mesmo que isso mude o valor do pedido. Uma máquina certa produzindo vale mais do que uma venda maior parada.

Comece pela sua peça

Envie desenho, foto, amostra, material, dimensões, tolerâncias, operações atuais e volume estimado. Quanto melhor a informação, melhor a seleção.

  • Desenho técnico ou foto da peça
  • Material e tolerâncias críticas
  • Maior e menor diâmetro, comprimento
  • Operações necessárias
  • Volume por lote, dia ou mês
  • Máquina ou processo usado hoje

Prefere falar direto?
contato@torneapaulista.com.br · +55 11 98871-6346

O pedido vai por e-mail para a equipe técnica e abre uma cópia no WhatsApp, para você acompanhar a resposta pelo canal que preferir. Não envie informações confidenciais de projeto sem autorização interna da sua empresa.