Revólver manual
Torre no lugar do contraponto, avanço pela alavanca e batentes limitando cada curso. É rápido em peça repetitiva, mas a medida depende dos batentes e da mão de quem opera.

O nome vem do tambor que gira como o de um revólver e leva uma ferramenta de cada vez até a peça. A ideia continua viva em todo torno CNC com torre.
Resposta direta
Torno revólver é o torno em que as ferramentas ficam num porta-ferramentas giratório, o revólver ou torre, que leva a próxima ferramenta à posição sem desmontar nada. No torno CNC moderno, a torre é a herdeira direta do revólver e é ela que permite usinar várias operações na mesma fixação.
É um torno em que as ferramentas ficam montadas num porta-ferramentas giratório, chamado revólver ou torre. Em vez de soltar uma ferramenta e prender outra, o operador gira o tambor e a próxima já chega na posição, com a medida acertada no setup. Foi assim que o torno passou a fazer peça em série com repetição, muito antes do comando numérico.
Torre no lugar do contraponto, avanço pela alavanca e batentes limitando cada curso. É rápido em peça repetitiva, mas a medida depende dos batentes e da mão de quem opera.
Os mesmos movimentos passam a ser ditados por cames. A máquina roda sozinha, mas cada peça nova pede um jogo de cames, e por isso só compensava em lote muito grande.
O programa decide qual estação entra, em que rotação e com que trajetória. A troca acontece pela indexação da torre, e mudar de peça passa a ser carregar outro programa. É a arquitetura do torno CNC com torre servo.
Algumas estações giram e fresam, furam fora de centro e abrem rosca transversal. É o revólver fazendo o trabalho que antes ia para uma segunda máquina. Veja o torno com ferramenta acionada e eixo Y.
Na torre a troca custa uma indexação, mas cabem muitas ferramentas e muitas peças diferentes. No gang tool as ferramentas ficam lado a lado no carro e a troca é só deslocamento, o que ganha segundos em peça pequena e repetitiva. A comparação completa está no texto torre ou gang tool.
Muita usinagem ainda roda peça seriada em torno revólver manual ou de cames, e funciona. A conta muda quando a peça varia mais, quando a tolerância aperta ou quando falta quem domine a máquina. Nesse ponto um torno CNC com torre ocupa o lugar dele, com o setup guardado em programa. Mande a peça que roda nele hoje e a gente faz a comparação.
É um torno com as ferramentas montadas num porta-ferramentas giratório, o revólver ou torre. Girando o tambor, a próxima ferramenta chega na posição já com a medida acertada no setup, o que permite fazer peça em série com repetição.
Revólver descreve como as ferramentas ficam montadas. CNC descreve quem comanda o movimento. O revólver clássico é manual ou de cames. O torno CNC com torre mantém o tambor, mas a escolha da ferramenta, a rotação e a trajetória vêm do programa.
É o porta-ferramentas giratório do torno, com várias estações. A cada troca ele indexa e traz a ferramenta seguinte para a posição de corte. Em torres com ferramenta acionada, algumas estações também giram para fresar e furar fora de centro.
Para produção seriada de peças torneadas que pedem várias ferramentas em sequência, como buchas, pinos, conexões e eixos curtos. Quanto mais ferramentas a peça pede, mais a torre economiza em troca.
Vale quando a peça varia, quando a tolerância aperta ou quando falta operador que domine a máquina. Se a peça é sempre a mesma e o revólver entrega a medida, a troca pode esperar. A decisão sai da conta de tempo de ciclo e de setup.
Com o desenho ou a foto da peça, o material, a tolerância e o volume mensal, dá para dizer quais configurações fazem sentido e quais não fazem.
Se já sabe qual modelo procura, informe a máquina. Se ainda está comparando, descreva a peça e o processo atual. Quanto melhor a informação, mais precisa fica a proposta.
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