Automação
Sistema truss de carga e descarga
Manipulador linear com garra de três castanhas e cilindro rotativo, desenvolvido para a plataforma GT.
- Truss para série GT

Resposta direta
O sistema truss é um manipulador linear montado sobre o torno CNC que pega a peça bruta, coloca na placa, retira a peça pronta e devolve ao magazine, sem operador. É o que muita gente procura como transportador para torno CNC ou gantry loader. O sistema que a Tornea Paulista fornece foi desenvolvido para a série GT e trabalha com peças de até 3 a 5 kg.
A carga e a descarga viram movimento programado
O sistema truss transforma a carga e a descarga em movimentos programados e repetitivos, no lugar de o operador levar e trazer peça o turno inteiro.
Ele foi desenvolvido especificamente para a série GT, como extensão da plataforma, e não como um acessório genérico acoplado depois. Todos os modelos GT já saem compatíveis com o sistema.
O conjunto trabalha com garra de três castanhas e cilindro rotativo, mecanismo linear de pinhão e cremalheira de alta velocidade e proteções metálicas externas otimizadas para facilitar manutenção.
Sistemas de medição de peça e de ferramenta estão disponíveis como opcionais.
O que é um sistema truss, ou gantry
Truss é uma estrutura em pórtico, montada acima ou ao lado da máquina, com um carro que corre em trilho linear e uma garra na ponta. Em inglês o mesmo equipamento é chamado de gantry loader. No chão de fábrica, muita gente chama de transportador, porque ele leva a peça de um ponto a outro.
Vale separar: o transportador de cavacos é outra coisa, é a esteira que tira o cavaco da máquina. O truss transporta a peça, da bandeja de bruto até a placa e da placa até a saída.
No conjunto que a Tornea fornece, o movimento linear é feito por pinhão e cremalheira de alta velocidade, a garra é de três castanhas com cilindro rotativo, e as proteções metálicas externas foram desenhadas para facilitar a manutenção.
Como funciona o ciclo
O ciclo é o mesmo que o operador faria, só que programado e repetido sempre do mesmo jeito:
- A garra busca a peça bruta no magazine ou bandeja de entrada
- O truss leva a peça até a máquina, a porta abre e a garra entrega a peça na placa
- A placa fecha, o truss sai da área de trabalho e a usinagem começa
- No fim do ciclo, a garra retira a peça pronta, gira pelo cilindro rotativo quando precisa virar o lado, e entrega na saída
- Enquanto a máquina usina, o truss já prepara a próxima peça
Truss, robô colaborativo ou alimentador de barras
Os três automatizam o torno, mas cada um resolve um problema diferente. Escolher errado custa caro, então vale entender a diferença antes da cotação.
O alimentador de barras só serve quando a peça sai de barra. Ele empurra a matéria-prima para dentro do spindle e não lida com peça solta.
O truss é para peça solta, como blank serrado, forjado ou fundido, e trabalha sempre no mesmo caminho, com velocidade e repetição. É a escolha natural quando a peça é sempre parecida e a produção é de série.
O braço robótico colaborativo tem mais liberdade de movimento. Serve melhor quando a peça tem geometria variada, quando o lote muda com frequência ou quando a mesma célula atende mais de uma máquina. A conta completa está no texto robô colaborativo na usinagem.
- Peça sai de barra: alimentador de barras
- Peça solta, série estável, mesmo formato: truss
- Peça solta, formatos variados ou várias máquinas: robô colaborativo
- Várias operações em sequência, em máquinas diferentes: linha automática
Que peça o truss carrega
O sistema trabalha com peças de até 3 a 5 kg, conforme a configuração. Dentro desse limite, cobre três famílias de forma: peças tipo disco, como flange, polia e tampa; peças tipo eixo, curtas e médias; e formatos irregulares, desde que a garra consiga pegar a peça sempre no mesmo ponto.
Peça acima desse peso, ou muito comprida, pede outra solução, e a indicação sai olhando o desenho. A pergunta que decide é: a garra de três castanhas segura essa peça com firmeza e sempre na mesma posição? Se a resposta for sim, o truss serve.
Feito para a série GT
O truss não é um acessório genérico aparafusado depois. Ele foi desenvolvido como extensão da plataforma GT, e todos os modelos GT já saem de fábrica compatíveis. Isso evita a parte mais demorada de qualquer automação: adaptar porta, sinais e fixação de uma máquina que não foi pensada para isso.
Se a automação está nos planos, o melhor momento para decidir é na compra do torno. Comprar a GT já especificada para o truss deixa a próxima etapa pronta, mesmo que ela venha um ano depois.
O que preparar antes de automatizar
O truss é rápido, mas depende do que acontece em volta dele. Antes da instalação, vale ter resolvido estes pontos:
- Magazine ou bandeja de entrada com peças sempre na mesma posição, porque a garra não procura a peça
- Quantidade de peças por carga suficiente para a autonomia que você quer, como uma hora, meio turno ou o turno todo
- Saída das peças prontas, com espaço para acumular sem bater uma na outra
- Bruto com variação pequena de medida, para a garra e a placa fecharem sempre igual
- Controle de medida: medição de peça e de ferramenta estão disponíveis como opcionais, e fazem diferença quando ninguém confere a peça a cada ciclo
Quando o truss não compensa
Lote pequeno, que muda toda semana, gasta mais tempo de preparação da garra e do magazine do que ganha em automação. Nesse caso, o robô colaborativo ou mesmo o operador continuam sendo a melhor opção.
Ciclo de usinagem muito longo também reduz o ganho. Se a peça fica 20 minutos na máquina, o operador troca a peça e ainda cuida de outras máquinas. O truss brilha quando o ciclo é curto e a carga e descarga manual ocupam boa parte do turno.
E se a peça sai de barra, o caminho mais simples e barato é o alimentador. Mande o desenho e o volume mensal que a indicação vem com a solução que de fato se paga.
Fornecimento
Instalação e treinamento
Os dois fazem parte da implantação da máquina dentro do escopo contratado. Antes da entrega, são alinhados os requisitos necessários para instalação. Depois, a equipe orienta os procedimentos iniciais de operação e os recursos da configuração adquirida.
Automação depois da compra
Diversas configurações aceitam alimentadores, manipuladores e sistemas automáticos. Se a automação está no planejamento da sua empresa, informe isso antes da compra, para que a máquina seja especificada pensando na próxima etapa.
Perguntas que chegam sobre esta máquina
Para que tipo de peça serve o sistema truss de carga e descarga?
Faz sentido quando a movimentação manual se repete ao longo de todo o turno e limita o aproveitamento da máquina. No dia a dia ela cobre: carga e descarga automática de peças de até 3 a 5 kg; peças tipo disco, eixo e formatos irregulares; garra de três castanhas com cilindro rotativo; medição de peça e de ferramenta como opcional. Se você mandar o desenho ou uma foto da peça, a gente diz se essa é a máquina certa ou se outra configuração resolve melhor.
Essa máquina faz furação e fresamento, ou só torneamento?
Esta configuração é de torneamento. Furação e fresamento fora do centro pedem torre com ferramenta acionada, que existe em outras famílias do catálogo. Diga qual é a peça que a gente aponta a configuração certa.
Qual a diferença entre sistema truss e gantry loader?
Nenhuma. Gantry loader é o nome em inglês do mesmo equipamento: um manipulador linear em pórtico que carrega e descarrega a máquina. No Brasil também aparece como sistema truss ou transportador de peças.
Transportador para torno CNC é a mesma coisa que transportador de cavaco?
Não. O transportador de cavaco é a esteira que retira o cavaco da máquina e fica na linha de peças de reposição. O sistema truss transporta a peça, da entrada até a placa e da placa até a saída.
O truss funciona com torno de outra marca?
Este sistema foi desenvolvido para a série GT, que já sai pronta para ele. Em máquina de outra marca, a viabilidade depende de porta, sinais e espaço, e é avaliada antes da proposta. Muitas vezes o robô colaborativo é o caminho mais simples nesse caso.
Quantas horas o truss roda sem operador?
Depende do tamanho do magazine de entrada e do tempo de ciclo da peça. A conta é simples: peças por carga vezes tempo de ciclo. A configuração do magazine sai na proposta, conforme a autonomia que você quer.
O truss vira a peça para usinar o segundo lado?
A garra tem cilindro rotativo, o que permite girar a peça durante a transferência. Como isso entra no seu processo depende da peça e da máquina, e fica definido no projeto da célula.
O preço do sistema truss de carga e descarga inclui instalação e treinamento?
O fornecimento é fechado com instalação e treinamento da equipe dentro do escopo, e isso fica escrito na proposta. Máquina entregue e ligada não é o mesmo que máquina produzindo, e a diferença entre as duas coisas é justamente essa parte.
Tem assistência técnica e peça de reposição no Brasil?
Tem. A Tornea Paulista Máquinas atende a máquina depois da venda, com peça de reposição e assistência a partir de São Bernardo do Campo. Vale perguntar isso de qualquer fornecedor antes de comprar importado: máquina parada esperando peça custa mais que a diferença de preço na compra.
Qual o prazo de entrega?
O prazo depende da configuração escolhida e da disponibilidade no momento do pedido, e sai confirmado na proposta comercial. Configuração de catálogo costuma sair antes que máquina com adaptação.
Como peço uma cotação do sistema truss de carga e descarga?
Mande o desenho, uma foto da peça ou as medidas principais pelo formulário desta página ou pelo WhatsApp +55 11 98871-6346. Com a peça em mãos a resposta vem com a configuração indicada, e não só com o preço de uma máquina de catálogo.
Cotação de Sistema truss de carga e descarga
Informe os dados da peça e do processo. Se a configuração desta página não for a melhor para a aplicação, a equipe indica a alternativa antes de montar a proposta.
- Desenho técnico ou foto da peça
- Material e tolerâncias críticas
- Maior e menor diâmetro, comprimento
- Operações necessárias
- Volume por lote, dia ou mês
- Máquina ou processo usado hoje
Prefere falar direto?
contato@torneapaulista.com.br · +55 11 98871-6346
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